sábado, 8 de agosto de 2026

MARCOS CIRINO DA ROCHA


 

Caro Marcos Cirino:

Como era reconfortante e enriquecedor o seu conversar mas, ao mesmo tempo, interpelante. À sua beira o pão era pão e o queijo, queijo; sem hesitações.

Não posso esquecer o seu entusiasmo quando se falava nas ‘lutas’ que, ao longo das décadas, se foram travando para o melhor viver dos nossos antepassados. Como a voz se lhe erguia e alterava!

O muito amor que sempre nutriu pela sua Gafanha fluía agora  pelas suas mãos nas miniaturas que nos encant(av)am e quase nos acen(av)am nas prateleiras. A História da Ria e até a de Portugal vem a reboque de cada um dos seus barcos!

Em si, e extensiva  a todos os que me ensinaram a ler a vida,  fica a gratidão do

                                        Manuel

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