Caro Marcos Cirino:
Como era reconfortante e enriquecedor o seu conversar
mas, ao mesmo tempo, interpelante. À sua beira o pão era pão e o queijo,
queijo; sem hesitações.
Não posso esquecer o seu entusiasmo quando se falava nas
‘lutas’ que, ao longo das décadas, se foram travando para o melhor viver dos
nossos antepassados. Como a voz se lhe erguia e alterava!
O muito amor que sempre nutriu pela sua Gafanha fluía
agora pelas suas mãos nas miniaturas que
nos encant(av)am e quase nos acen(av)am nas prateleiras. A História da Ria e
até a de Portugal vem a reboque de cada um dos seus barcos!
Em si, e extensiva
a todos os que me ensinaram a ler a vida, fica a gratidão do





