Monsenhor:
Quando, nos idos de 1959, foi nosso assistente
eclesiástico na JOC que lição de vida
nos dava com o seu sorriso, a sua palavra sábia e esclarecedora e, para além de
tudo, o sentirmo-lo tão próximo de nós que quase nos tratávamos tu-cá-tu-lá!
Acredite que, nesses dias, era reconfortante para
nós sentarmo-nos a seu lado. Porém, hoje, não podemos deixar de lhe dizer que a
nossa admiração por esse seu ‘estar’ é enorme ao olhar para a sua ‘pessoa’:
tantos títulos, cargos e funções na Diocese de Aveiro!
Contudo é, quando me sento nos bancos da Igreja
para participar na Eucaristia, que mais me lembro de si pois «a partir de
1975, há longos anos, dedicou sua atividade à causa da Liturgia, não só em
Portugal e na Europa, mas também na América e na África... Mons. Aníbal, e a
equipa de que se fez rodear, tinha ensinado Portugal a rezar.»
Por tudo isto muito grato lhe está o Manuel





