Olá Ti Armando:
Como me lembro das nossas conversas à sombra da palmeira do Zé da Branca, do seu sorriso, da simplicidade das palavras, do quase pedir desculpa para falar!
Mas logo que entrava na «caixa mágica» era o rei e todos se calavam para o ouvir; sim, que nas suas estórias a justiça, o bem, o bom e o belo triunfavam sempre.
Ah, grande homem que deixou rasto profundo no nosso Canto, na nossa Terra e arredores!
Acredite que a sua palheta ainda hoje faz sorrir o
Manuel

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