sábado, 19 de setembro de 2026

ANTÓNIO AUGUSTO VIEIRA

Olá senhor António Augusto:

Vendo-o de vassoura em punho a varrer o adro da Igreja não era fácil imaginá-lo como o braço direito do seu Reitor. Porém, quem o conhecia sabia bem quem era esse varredor que mantinha com tanto esmero a zona envolvente da Igreja.

‘Americano’ dos sete costados, dedicava as manhãs para cuidar do seu quintal como se fora um jardim; de tarde lá o encontrávamos na barbearia do sr. Vilar para dois dedos de conversa. E arranjava tempo para visitar os doentes ou os ‘pobres’ da Conferência.

Não quero ferir a sua modéstia encarecendo tudo aquilo que fez pela sua Terra e muito menos o quero pôr a rir com os êxitos do seu FCPorto ou com os ditos do seu Pai que a cantar respondia à Barbuda, e por isso aqui se fica o

                                                                              Manuel


 

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